A tampografia é basicamente um processo de impressão por transferência indirecta de tinta, a partir de um cliché gravado em baixo relevo (grafismo a ser impresso), através dum tampão (almofada) de silicone, que transfere a tinta para a peça a decorar.

A tampografia é basicamente um processo de impressão por transferência indirecta de tinta, a partir de um cliché gravado em baixo relevo (grafismo a ser impresso), através dum tampão (almofada) de silicone, que transfere a tinta para a peça a decorar.

A tampografia foi inventada no século XIX, pela corte inglesa, ao utilizar um sistema rudimentar com tampões de gelatina, que serviam para decorar as vasilhas da Rainha Vitória. Entretanto por volta de 1950, os suíços desenvolveram este sistema e utilizaram-no inicialmente na indústria de relojoaria, para decorar os mostradores dos relógios de pulso.

Este processo pode ser utilizado para imprimir qualquer material, desde plásticos, metais, vidro, cerâmica, madeira, couro, papel… e diferentes superfícies, sejam elas; planas, curvas, cilíndricas, côncavas, convexas, regulares ou irregulares.

Entre as aplicações mais comuns da tampografia, encontram-se peças com escalas, termómetros, instrumentos de medição, instrumentos electrónicos, embalagens, brinquedos, brindes, bolas de golfe, cristalaria, entre outras.

Sendo um processo muito versátil, permite efectuar a impressão de linhas muito finas e de grafismos complexos, com grande precisão e definição.

Uma outra particularidade deste processo, é a de cada cliché poder efectuar um número extremamente elevado de impressões.

Como processo de impressão contínuo, permite atingir uma elevada produção horária, com um índice mínimo de rejeição de peças.

Algumas das máquinas utilizadas neste processo vêm preparadas para efectuar a impressão de várias cores.

As máquinas de tampografia começaram por estar disponíveis com o sistema de tinteiro aberto, surgiram nos últimos anos também com uma outra opção, o sistema de tinteiro fechado.

fonte:www.iptshome.com.br

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